Cenas de uma cidade que luta pelo seu futuro

As últimas semanas foram marcadas pela articulação da sociedade mogiana contra o aterro sanitário da Queiroz Galvão, com atos públicos, reuniões e o lançamento de uma Frente Parlamentar, entre outras manifestações, como o leitor terá a oportunidade de relembrar nesta página, nas cenas captadas pelo Mogi News







Este aterro é uma maneira totalmente arcaica de lidar com o lixo porque em outros lugares já existem soluções viáveis para esta questão. Além dos evidentes prejuízos econômicos, o meio ambiente será o mais afetado, porque não existe garantia de que não haverá contaminação do solo e, conseqüentemente, do lençol freático. Portanto, a sociedade tem de se mobilizar cada vez mais para impedir esta instalação”.
Roberto de Azevedo Amado Júnior, presidente da Associação Gestora do Distrito do Taboão (Agestab).

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Sou contra este empreendimento da Queiroz Galvão porque aquela área vai ser muito prejudicada com um aterro sanitário sendo instalado ali. Além de espantar as empresas que querem vir para Mogi, enterrando o lixo naquele terreno, quanto tempo será necessário para a completa recuperação? Acredito que nem meus trinetos terão a chance de ver aquele local recuperado”.
Miguel Nagib, proprietário da Mogidonto.

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Sabemos que a vinda do lixão para o distrito do Taboão pode comprometer o desenvolvimento da cidade no futuro. Não dá para ter um lixão naquela área porque o impacto vai ser muito grande. Basta prestar atenção no tamanho do movimento que se criou contra essa instalação. Todo mundo está contrário”.
Rubens Solovjevas, secretário de Desenvolvimento Econômico e Social.

 

desenvolvido por Caio Cunha