Evolução na qualidade de vida

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi criado para ser um contraponto às estatísticas que levavam em consideração apenas o Produto Interno Bruto (PIB) no momento de calcular o crescimento e a evolução de cada localidade. Alicerçado em três pilares – renda, longevidade e educação -, o índice tornou-se referência mundial para medir o quanto cada cidade se desenvolveu.

A 551ª posição que Mogi ocupa no índice, à primeira vista, pode parecer ruim, porém, o ranking é formado pelos 5.508 municípios existentes no País. Na região do Alto Tietê, somente Poá possui melhor colocado: está em 460º lugar. O restante dos municípios aparece bem depois, acima da milésima posição.

As três variáveis utilizadas no cálculo do IDH formam uma média de zero a um. O índice de Mogi, no último levantamento feito por municípios em 2000, ficou em 0,801. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), responsável pela publicação dos números, informou que não existe uma periodicidade estabelecida para o levantamento por municípios, no entanto, o IDH nacional é divulgado anualmente.

O fator renda é obtido por meio do PIB per capita de cada cidade, considerando o poder de compra da moeda de cada país. Já no caso da longevidade, são utilizados os números de expectativa de vida ao nascer e a variável educação é medida pelo índice de analfabetismo e pela taxa de matrícula em todos os níveis de ensino. Os três aspectos têm o mesmo peso de importância no cálculo do IDH. (C.O.)