Saúde: Estrutura crescente
O que a cidade vai investir em saúde, no ano que vem, supera em mais de 200% os R$ 16,7 milhões aplicados seis anos atrás
A Secretaria Municipal de Saúde vai gastar até o final desde ano mais de R$ 54,7 milhões para fazer o atendimento básico à população da cidade. Dos quase 400 mil habitantes, segundo dados do IBGE e da Fundação Seade, pelo menos 250 mil dependem do atendimento gratuito.
O que a cidade vai gastar com saúde em 2008 supera em mais de 200% os R$ 16,7 milhões investidos em 2001, quando o atual prefeito, Junji Abe (PSDB), assumiu a administração municipal do ex-prefeito Waldemar Costa Filho. Naquele tempo, Mogi já era a maior cidade do Alto Tietê e tinha mais de 330 mil moradores, conforme estatísticas oficiais.
Neste período, o investimento feito pela Prefeitura no setor mais que duplicou. O governo estadual investiu mais de R$ 150 milhões, nos últimos cinco anos, para ampliação e custeio, especialmente do Hospital Luzia de Pinho Melo que, em 2004, passou a ser administrado pela Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). Outro hospital do Estado na cidade, o Arnaldo Pezzutti Cavalcante, tem passado por um importante processo de revitalização.A Santa Casa de Mogi tem recuperado rapidamente a sua credibilidade e a capacidade de investimento.
Enfim, os números são extremamente positivos, mas, então, como vai a sua saúde? Ela melhorou? Você confia no serviço prestado pelos postos de saúde? O atendimento é rápido e eficiente? Quem tenta avaliar a saúde pública em Mogi esbarra no mesmo problema que enfrenta ao avaliar outros setores.
Simplesmente não dá para comparar os serviços oferecidos atualmente à população com o atendimento deficiente prestado até bem pouco tempo atrás. O serviço melhorou, e os usuários reconhecem isto. Tanto é que pesquisas promovidas pela Prefeitura a cada três meses apontal tal melhora. (B.S.)
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