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| .:: Categoria Ensino Fundamental Ciclo I – Rede Estadual |
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Nome: Eduardo de Campos Garcia Leitura e consciência ambiental No intuito de “fazer os alunos reconhecerem seus papéis como agentes transformadores e colaboradores em relação à preservação do meio ambiente”, o professor Eduardo de Campos Garcia desenvolveu na EE Paulo Tapajós o projeto “Meu bairro, minha terra, meu tesouro”, aliando a leitura à consciência ambiental. Livros e textos diversos relacionados à natureza foram selecionados pelo professor para serem lidos e discutidos na disciplina Hora da Leitura. A cada aula, os estudantes se dirigiam a um lugar diferente, como o campinho do bairro, o pátio da escola ou embaixo de árvores, sempre estabelecendo uma relação entre o espaço e o tema desenvolvido. O objetivo de Garcia era propiciar “não só a leitura agradável, mas também a possibilidade de ler, observar e refletir sobre o entorno do local”. Nesse sentido, foi realizado um debate com a classe sobre a preservação do meio ambiente, tendo como referência a própria situação do bairro onde vivem. Eles também foram estimulados a pensar sobre o que poderia ser feito para colaborar na preservação do local e no uso responsável dos recursos naturais existentes. “É uma forma de fazer com que os alunos se sintam responsáveis pelos cuidados com o local em que vivem”, justifica o professor. Com as discussões travadas pelos alunos, foram propostas novas atividades, como a visitação de bicas d’água e fontes do bairro, além da elaboração de uma campanha pelo uso consciente da água, por meio da distribuição de cartazes em diversos estabelecimentos do bairro. As atividades foram encerradas com esquetes teatrais montados pelos alunos, conduzidos pelo tema “O que acontecerá com o homem se não cuidar do meio ambiente?”. “A seqüência didática contribuiu para a compreensão de que há sim espaços a serem explorados na escola e que não é preciso muitos recursos para que uma aula seja dinâmica e viva. Na simplicidade pode se construir um mundo de experiências prazerosas e satisfatórias dentro da escola”, avalia Garcia. :::::::::::::
Nome: Carolina Boro Toledo Vieira O valor das diferenças Quando a professora de Educação Física Carolina Boro Toledo Vieira notou a grande diversidade cultural existente entre os alunos da EE Profª Yolanda Bassi, de Suzano, logo resolveu desenvolver uma atividade que explorasse as diferenças como algo positivo entre as pessoas. “Nossa sociedade está perdendo os valores morais. Portanto, como professora tenho o dever de ensinar ao aluno o que é o amor, o respeito, a cooperação e, acima de tudo, que somos diferentes uns dos outros e que isso é legal”, avalia. Deste pensamento nasceu o projeto “Tudo bem ser diferente”, uma atividade dinâmica que propõe o autoconhecimento e a descoberta do outro. “A Educação Física é muito importante no processo educacional do aluno”, argumenta Carolina. “Essa questão de diferenças, potencialidades e habilidades de cada um torna-se nítida, pois trabalhamos com o corpo e isso evidencia nossas características individuais”. O primeiro passo foi reunir os alunos em grupos, para que eles revelassem suas preferências e conhecessem melhor os colegas. Já as características físicas foram identificadas por meio de uma dinâmica em que cada estudante fez um desenho dele mesmo e de um colega, sem indicar quem, para que os demais alunos adivinhassem. Carolina aproveitou a interação entre os alunos para discutir a importância de se respeitar as diferenças e o papel fundamental que cada um exerce, independentemente de sua aparência física, pensamentos ou modo de agir. A última etapa da atividade consistiu na observação das habilidades individuais na prática esportiva. Para isso, os alunos fizeram uma série de movimentos básicos, como saltar, pular e correr, sempre atentos ao desempenho de cada um. “Após constatarem as diferenças de um para o outro, eles perceberam que colaborar é fundamental, pois aquele que pulou mais alto poderá auxiliar o que pulou mais baixo e, assim, sucessivamente”, avalia a professora. :::::::::::::
Nome: Rita de Cassia Ribeiro Formando leitores Com o projeto “Leitura - Língua Portuguesa”, a professora Rita de Cassia Ribeiro transformou os alunos da 1ª série da EE João Antônio Batalha em pequenos leitores. Para isso, ela proporcionou aos estudantes diversas situações de leitura em sala de aula e abriu espaço para a reflexão, estabelecendo um clima de curiosidade e interesse, que resultou na formação do hábito de leitura de forma prazerosa e espontânea. Em uma sala de aula, Rita de Cassia dispôs livros, revistas, jornais e histórias em quadrinhos. Os alunos foram estimulados a manipular esse material com liberdade e escolher algo para folhear, sem cobranças ou imposições. A professora também estipulou horários de leitura durante as aulas para que a atividade se tornasse uma prática constante entre os estudantes. Antes de propor o projeto, no entanto, ela conversou com os alunos e seus pais sobre o trabalho que seria realizado. A etapa seguinte foi a entrega de um livro escolhido ou não pelo próprio aluno para ser lido em casa, como forma de fortalecer a convivência do estudante com sua família. Quando os alunos retornaram à sala de aula, foi aberto um debate sobre o que foi lido, feito por meio de relatos espontâneos. Na seqüência, a própria professora realizou a leitura de um livro previamente escolhido, em geral, sobre assuntos de interesse comum entre os alunos e relacionado a temas a serem abordados em classe. Os alunos, então, preencheram uma ficha com informações sobre o livro e fizeram ilustrações a respeito. Na avaliação de Rita, a atividade trouxe bons frutos. “Ao final do projeto pude observar que o interesse dos alunos pela leitura havia se tornado uma prática constante. Independentemente de ser o dia para se levar livros para casa, eles já os solicitavam”, observa a professora. “Pude perceber que se estabeleceu entre nós e os livros uma relação de prazer; líamos porque gostávamos e não por imposição”, completa a professora, satisfeita com o resultado obtido no projeto. |
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