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| .:: Categoria Ensino Fundamental Ciclo I – Rede Municipal |
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Nome: Silvia Helena dos Santos Rossi Respeito com o meio ambiente No intuito de desenvolver um trabalho de conscientização sobre a necessidade de proteger a vida do planeta, a professora Silvia Helena dos Santos Rossi desenvolveu o projeto “Cuidando de todo ambiente” com os alunos da 4ª série da EMEF Luiz Romanato. O que a motivou foi o fato de a escola estar próxima a uma área verde e ao rio Tietê e também a locais onde as pessoas despejam lixo a céu aberto. A proposta da atividade foi fazer com que o aluno fosse capaz “de se perceber integrante e agente transformador do ambiente e também de identificar seus elementos e as interações entre eles”. A partir desse conhecimento, o aluno seria levado a contribuir ativamente para a melhoria do meio ambiente. “Vivemos numa comunidade com muito senso crítico, porém, pouco participativa”, analisa a professora. O projeto teve início com uma roda de conversa entre os alunos, para se descobrir o conhecimento prévio que eles tinham sobre o tema. Em seguida, os estudantes assistiram ao filme “A Era do Gelo 2”, que aborda os efeitos do aquecimento global, para posterior discussão em sala de aula. Silvia orientou os alunos a realizarem pesquisas em jornais, revistas, Internet e outras fontes, para a coleta de mais informações sobre a questão ambiental e produção de textos. O conhecimento adquirido foi aprofundado nas aulas sobre relevo, hidrografia e clima, por meio de uma comparação entre as transformações que a natureza vem sofrendo. Os alunos, então, reuniram todo esse aprendizado em um mural, em que apontaram as conseqüências da má utilização dos recursos naturais e as possíveis soluções para a recuperação da natureza. Eles também estudaram a importância da coleta seletiva e incentivaram essa prática. Na seqüência, os estudantes assistiram ao filme “Happy Feet - O Pingüim”, que trata sobre a pesca predatória e sua influência na cadeia alimentar. A partir desta reflexão, foram elaborados novos cartazes. O projeto foi encerrado com uma atividade de reciclagem com o uso de garrafas PET e papéis. :::::::::::::
Nome: Fernanda Fonseca Lopes Pacheco Jornal: aliado do ensino Na EM Prof. Dermeval Arouca, a professora Fernanda Fonseca Lopes Pacheco explora o jornal como recurso didático para a aprendizagem de seus alunos. Desta prática nasceu o projeto “O jornal protagonizando a escrita na diversidade escolar”, que propõe atividades diversificadas com o o jornal, procurando envolver a interdisciplinaridade. A primeira etapa consistiu no conhecimento de cada parte que compõe um jornal. Depois, os alunos participaram da construção de uma hemeroteca e também de uma hemeroatividade, com o arquivo de recortes de jornais e de trabalhos desenvolvidos por eles. Com os jornais em mãos, os estudantes leram e interpretaram diversas notícias, algumas escolhidas pela professora, outras por eles mesmos e inclusive pelos pais. Os recortes foram utilizados em sala de aula “até serem esgotadas as possibilidades”. Durante o projeto, eles ainda montaram um questionário para um jornalista responder. Em uma das atividades desenvolvidas, a professora apresentou um texto para os alunos escreverem uma manchete ou então que eles escrevessem o texto a partir de uma manchete. Em outra situação, Fernanda entregou aos estudantes textos e manchetes soltos para que eles lessem e encontrassem os pares correspondentes. Os alunos, então, foram estimulados a produzir ilustrações a partir de uma reportagem e vice-versa. Fernanda também procurou proporcionar aos alunos o contato com jornais variados, para que eles identificassem suas características e percebessem as diferenças. Dessa forma, os estudantes descobriram o universo dos jornais, “não só como fonte de informação, mas como instrumento de leitura com prazer”. Além de estimular os estudantes a lerem jornais diariamente, a professora acredita que o projeto é uma forma do aluno ampliar seus conhecimentos, enriquecer o vocabulário e aprimorar a escrita. As atividades seriam ainda uma forma de “estreitar o relacionamento em grupo, criar o hábito da leitura e estar sempre antenado com o mundo da informação”. :::::::::::::
Nome: Emília Giannotti Guerreiro da Silva Informação e aprendizado Em sua atividade como professora, Emília Giannotti Guerreiro da Silva busca a melhoria do aprendizado por meio da leitura variada e de diversas fontes. Para isso, ela utiliza-se de jornal, revista e livros, estando atenta às mudanças ocorridas com grande velocidade, a fim de acompanhar seus alunos. Foi com esse pensamento que ela criou o projeto “O jornal está aí... vamos trabalhar?”, colocado em prática por meio de diversas dinâmicas feitas com os alunos da EM Prof. Dermeval Arouca. A proposta da professora era explorar o jornal como recurso para a leitura e a escrita, com atividades diferenciadas que estimularam a criatividade e a comunicação dos alunos. O projeto também favoreceu a união familiar, uma vez que os estudantes tiveram de trabalhar, muitas vezes, com o acompanhamento da família. “O trabalho foi organizado em etapas, procurando incentivar a participação tanto dos alunos como da família durante o processo desenvolvido e aproveitar esse ensino para a união entre os participantes”, explica Emília. Na primeira atividade proposta, os alunos conheceram as diferentes partes do jornal, sendo conduzidos pelo índice apresentado na publicação. Na seqüência, eles recortaram e colaram em papel sulfite vocábulos de seu conhecimento para montar um banco de palavras. Os alunos também utilizavam as imagens publicadas para ilustrar um assunto lido pela professora em sala de aula ou produziam desenhos sobre o tema. Os recortes foram reunidos, ainda, para a montagem de cartazes. A professora também utilizou as palavras cruzadas para enriquecimento de vocabulário, com o estudo de sinônimos, antônimos e nomes próprios, por exemplo. Segundo Emília, o envolvimento e o interesse dos alunos pelo jornal foram notáveis ao longo do projeto. “Pude observar que, a cada tarefa realizada, eles estavam mais animados com o novo recurso e meio de aprender. Muitas vezes, nem queriam parar com a atividade”, avalia a professora.
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